70% do concelho é área florestal pelo que a sustentabilidade do território passa pela sustentabilidade económica do espaço florestal no nosso concelho.

É com este pensamento que o presidente do Município, Alberto Machado abriu uma sessão em que os presentes trabalham, direta ou indiretamente, no setor da floresta.

Ações de capacitação dos agentes locais do Alto Tâmega, no âmbito do projeto “Troco2” é a temática da sessão de sensibilização (19 de setembro, Vila Pouca de Aguiar) focada na otimização da gestão florestal e sumidouros de carbono.

Carla Varandas da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega apresentou o projeto e divulgou as ações que ainda vão decorrer nesta região entre os meses de setembro e outubro.

De seguida, Iván Méndez dá a conhecer a ferramenta ex ante para o cálculo de sumidouro de carbono em espaços florestais transfronteiriços da Galiza-Norte de Portugal e Fernando Pérez aprofunda a gestão de áreas florestais agrupadas na ótica da sua rentabilização económica.

Dar a primazia à árvore que absorve o carbono e liberta o oxigênio na atmosfera. As áreas florestais funcionam como sumidouros de carbono e o setor dos transportes também contribui para a gestão da pegada de carbono.