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Notícias

Incêndio «provocado» na Freguesia de Valoura

Incêndio «provocado» na Freguesia de Valoura

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado, o incêndio na Freguesia de Valoura a três de agosto «foi provocado» em três pontos distintos junto à estrada municipal que liga as aldeias circundantes.

No ponto de situação realizado a cinco de agosto, Alberto Machado agradeceu o trabalho dos Bombeiros, Proteção Civil, GNR e à Junta de Freguesia. A área ardida é de cerca de cinquenta hectares.

O Comandante dos Bombeiros Voluntários, Hugo Silva fez o ponto de situação das operações de rescaldo. A «resposta musculada» evitou que o incêndio chegasse à aldeia de Cubas.

O alerta de incêndio foi dado ao final da tarde de 3 de agosto, tendo sido mobilizados bastantes recursos para o ponto das operações (170 operacionais, 37 viaturas e oito meios aéreos). A encosta da serra da Padrela foi fustigada pelas chamas que avançaram a «grande velocidade», segundo referiu o Comandante Distrital de Operações de Socorro, Álvaro Ribeiro, em declarações à agência Lusa. A zona do incêndio é de povoamento florestal e tem um declive acentuado.

Incêndio na encosta da Padrela

Incêndio na encosta da Padrela

O incêndio teve início nas imediações da aldeia de Cubas, na Freguesia de Valoura. O alerta foi dado ao final da tarde de ontem, 3 de agosto, tendo sido mobilizados bastantes recursos para o ponto das operações (170 operacionais, 37 viaturas e oito meios aéreos).

A encosta da serra da Padrela foi fustigada pelas chamas que avançaram a «grande velocidade», segundo o Comandante Distrital de Operações de Socorro, Álvaro Ribeiro, em declarações à agência Lusa. Numa hora, o incêndio andou «um quilómetro e meio».

A zona do incêndio é de povoamento florestal e tem um declive acentuado. Atualmente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil informa que o incêndio está em resolução. No terreno, esteve presente a Proteção Civil Municipal.

Informação sobre os abatimentos em Jales

Informação sobre os abatimentos em Jales

A população de Jales ficou a saber que há registo de quinze abatimentos de solo junto às antigas minas em Campo de Jales.

Na sessão de informação que decorreu a 31 de julho, o presidente da Câmara, Alberto Machado lembrou que reportou o primeiro abatimento em 2015 e que só há dois meses é que se iniciaram os trabalhos de monitorização no terreno.

Os representantes da EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro e da DGEG – Direção-Geral de Energia e Geologia (esta à distância) foram chamados a dar resposta do problema à população, tendo abordado o referido registo de subsidências e assumido a perigosidade desse fenómeno numa área de três a quatro quilómetros de extensão, e pouco mais foi adiantado, tendo ficado agendada uma nova sessão para novembro com dados mais concretos sobre a origem do problema e a solução que se propõe para a sua resolução.