Após várias diligências para reunir com a Administração da Caixa mas que se haviam revelado infrutíferas, uma delegação com dezenas de pessoas deslocou-se a Lisboa, a 19 de junho, e concentrou-se à frente das instalações da sede da Caixa Geral de Depósitos,

O presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado exigiu ser recebido para demonstrar a importância da única agência bancária existente na vila termal de Pedras Salgadas. Representantes do banco público acederam a uma reunião com uma curta comitiva composta por representantes da Câmara e Assembleia Municipal, Assembleia da República e Freguesia integrada no território afetado.

Os representantes da Caixa terão admitido lapsos na seriação no encerramento de balcões, mas mantêm a pretensão de encerrar o balcão das Pedras Salgadas, apesar dos argumentos da comunidade local – A Agência da Caixa Geral de Depósitos de Pedras Salgadas é a única agência bancária existente na vila de Pedras Salgadas; dá resposta direta aos habitantes residentes em sete freguesias do concelho, a saber: Bornes de Aguiar, Bragado, Capeludos de Aguiar, Pensalvos e Parada de Monteiros, Sabroso de Aguiar, Valoura e Vreia de Bornes; serve diretamente 30 aglomerados urbanos; serve mais de cinco mil clientes residentes, aos quais devemos considerar os emigrantes com raízes nesta comunidade, entre outros pontos.

Só perde a guerra quem desiste de lutar. É com este espírito que os transmontanos irão empreender novas formas de luta para manter agência bancária em Pedras Salgadas.