A mímica e a música evidenciaram a necessidade dos afetos entre as pessoas e do aprofundamento do ser que se quer tratado com respeito e dignidade.

Maria José Cunha, docente da UTAD, promove, no âmbito do projeto Revelações, a exposição interativa “A riscar” porque «devemos arriscar até ao fim das nossas vidas» e «a vida é da cor que a pintamos».

O presidente da Câmara, Alberto Machado, marcou presença na estreia da exposição e relevou a importância com que se deve tratar «a vida» nos seus múltiplos aspetos. Constata-se uma qualidade progressiva na unidade de cuidados paliativos e a comunidade preocupa-se com quem realmente precisa.

Manuel Luís Capelas, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, manifestou gratidão a quem dá às pessoas um final de vida digno, e Anabela Morais, diretora da Unidade de Cuidados Paliativos de Vila Pouca de Aguiar, sublinhou a importância de lidar com competência, compaixão e amor com quem está em final de vida.

O encontro culminou com a abertura da exposição que está patente na Biblioteca Municipal até 30 de julho, e integra pintura, escultura, fotografia, trabalhos manuais e outros, e testemunhos pessoais de doentes internados na unidade local.