No dia-a-dia, ninguém gosta de andar de pés molhados, pois os castanheiros também não gostam de ter as raízes encharcadas. Esta é uma das conclusões a que se chegou na sessão sobre castanheiro, a 21 de março, que reuniu muitos interessados em produção de castanha.

Rui Lagoa é especialista em fertilização e atualmente integra o Gabinete de Apoio ao Agricultor, tendo a seu cargo a atividade agrícola. Neste gabinete, há mais dois especialistas focados na produção animal e veterinária.

O presidente da Câmara lembra que os funcionários da autarquia prestam um serviço gratuito, que deve ser requisitado por todos. Alberto Machado aponta o caminho a seguir que é olhar para a nossa terra e aproveitar para desenvolver o que temos de melhor.

Nesta sessão, o técnico falou sobre a fertilidade do solo e nutrição do castanheiro, lembrando que temos solos ácidos que precisam de mais cálcio, magnésio e fósforo. A mobilização do solo deve ser mínima, superficial e acompanhando o relevo.

Das 35 mil toneladas de castanha produzidas em Portugal, 30 mil são desta região transmontana, facto a que não estão alheias as condições adequadas em altitude e clima.

O Gabinete de Apoio ao Agricultor vai promover sessões de esclarecimento em abril, no dia 3, o cultivo da aveleira, dia 10, a nogueira e dia 17, a amendoeira.