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Notícias

Câmara aprova medidas de apoio à comunidade para mais quatro meses

A Câmara Municipal aprovou por unanimidade apoios excecionais à comunidade devido à crise Covid-19, a aplicar desde junho até ao próximo mês de setembro, da seguinte forma:

1-      Comparticipação mensal de cinquenta Euros por cada elemento do agregado familiar para adquirir no concelho bens alimentares e artigos de higiene e redução de 50% nas tarifas de abastecimento de água, saneamento e resíduos. As pessoas residentes no concelho que apresentem condições de vulnerabilidade (doença, desemprego, lay-off e demais inatividade profissional) podem candidatar-se aos apoios através do correio eletrónico geral@cm-vpaguiar.pt ou pelo balcão do atendimento na autarquia;

2-      Suspensão de licenciamento para instalação de esplanadas;

3-      Isenção de pagamento de rendas nas lojas do Município;

4-      Redução de 50% na fatura da água e respetivas tarifas aos comércios e serviços;

5-      Isenção de pagamento de água e respetivas tarifas às IPSS;

6-      Realização semanal do Mercado de Produtos locais com isenção de taxas e licenças;

7-      Comparticipação de 100% para a sanidade animal;

8-      Comparticipação de 9.240€ aos Bombeiros Voluntários para encargos com refeições no concelho;

9-      Prioridade na contratação de proximidade e promover o comércio local em parceria com a AECorgo;

O presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado referiu que todas as famílias que tiveram quebras de rendimento significativas serão apoiadas (rendimentos per capita inferior a 50 % do IAS), também agricultores e comerciantes afetados pela crise pandémica. As medidas aprovadas, a 15 de junho, vêm reforçar a resposta social que o Município tem dado desde o início da crise pandémica e procuram incentivar a recuperação de atividade socioeconómica no concelho.

Mais de setenta mil Euros para requalificar o Centro Interpretativo do Castelo

A Autoridade de Gestão do Programa de Desenvolvimento Rural 2020 informou a Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar da aprovação da candidatura “Requalificação do Centro Interpretativo do Castelo”.

O investimento global é de 72.028.59€, sendo o apoio ao investimento do Portugal 2020, através do PDR2020, de 56.875.03€ por considerar que contribui para o fomento do desenvolvimento local das zonas rurais.

Obras de recuperação e beneficiação do edifício, mapas turísticos, equipamentos para apetrechamento do espaço, reconstituição virtual e elaboração de réplica do Castelo de Aguiar estão entre os investimentos previstos a realizar durante este ano.

Classificado como Monumento Nacional (1982) pelo seu valor arqueológico, o Castelo de Aguiar de Pena, da Baixa Idade Média, é um castelo roqueiro implementado sobre uma imensa fraga granítica, donde se avista uma panorâmica sobre o Vale de Aguiar.

Câmara desagradada com falta de solução para os abatimentos em Jales

Dando conhecimento da missiva ao governo através do secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, o presidente do Município de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado acaba de fazer junto do diretor da Direção Geral de Energia e Geologia, José Pereira, uma derradeira tentativa de solucionar “pela via graciosa” o grave problema dos abatimentos junto às antigas minas de Jales.

Dos abatimentos que se têm feito sentir, o que atualmente constitui mais constrangimentos é o que se verifica na estrada municipal 1121-1 que «constitui a principal acessibilidade» a várias aldeias do concelho.

Alberto Machado considera que a continuidade desta situação é insustentável até porque não podem as populações continuar a suportar o pesado encargo da inércia das entidades competentes para solucionar o problema.

Em abril fez cinco anos desde que o Município informou o Estado do registo de abatimento na zona das antigas minas de ouro e prata. E até agora, denuncia o autarca, nada foi feito.

Alberto Machado tem urgência em reunir com os representantes do Estado de forma a encontrar uma solução para devolver o acesso às pessoas.

A mina de ouro de Jales foi explorada desde o tempo dos romanos (século I). A exploração mais recente remonta ao século passado com a exploração do sistema filoniano da Gralheira (1929) e o filão de Campo (1933). A atividade mineira desenvolveu-se ao longo de cerca de cinco quilómetros e atingiu os 600 metros de profundidade. A exploração mineira do estado português terminou em 1992, tendo sido a última exploração de ouro em Portugal.