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Notícias

Crianças dão festival de cultura

A comunidade de Vila Pouca de Aguiar assistiu a um momento sociocultural único com a realização do XIII Festival de Teatro Infantil no Cineteatro Municipal.

O mundo foi ao cineteatro. O Festival de Teatro Infantil demonstrou ser mais que um festival e não só de teatro. A diversidade cultural de povos e artes, os gestos de amor e amizade, e a simbiose intergeracional contribuíram para elevar o sentido da beleza.

Pela mão da poetisa Cecília Meireles, a Íris começou por declamar A Bailarina, interpretada pela dançarina Anita, prosseguindo com A lua foi ao cinema, poema de Paulo Leminski.

Literatura; dança; teatro. Dezenas de alunos do ensino básico integraram o elenco de quatro peças de teatro em que foi tão interessante verificar a concentração do ator e da atriz no minuto de ‘largar’ a deixa como o improviso e a desconstrução do que estava delineado; ambos arrancaram sorrisos e aplausos de uma plateia rendida às suas estrelas eternas.

As peças; A menina que sorria de Isabel Zambujal foi levada à cena pelos alunos da professora Célia, 3ºA, tendo a colaboração da docente Bernardete. Humm…Fruta, salada, alimentação variada, foi interpretada pelos alunos do 1ºA da professora Natacha. Esta peça é original da professora Berta, bem como as duas seguintes: As primaveras do nosso jardim, interpretada pelo 1ºB e Maio moço e as moçoilas da vila, levada à cena pelo 4ºB da professora Lúcia.

As crianças receberam os aplausos e a energia da plateia e, pura generosidade e sincera amizade, voltaram a retribuir em jeito de homenagem e agradecimento à Professora Berta por «todos os sorrisos e abraços que nos deu». Emocionada, agradeceu o gesto.

Seguiu-se a intervenção da vice-presidente do Município, promotor deste festival através da Biblioteca (14 de junho). Ana Rita Dias agradeceu a todos os envolvidos, mencionou as obras de melhoramento no Cineteatro, pelo que, esta foi uma festa de despedida. Este evento teve a colaboração estreita do Agrupamento de Escolas, estando presente o seu diretor, José Teixeira.

Seguiu-se a entrega de certificados com os alunos a subirem ao palco, e a apresentadora Fátima, técnica municipal, a dar as últimas orientações; duas horas antes, um miúdo crescido andava numa roda-viva entre a sala principal e os camarotes a perguntar, repetidamente: «Aí há lugar?!», sim, e venha a edição de 2020.

Autarquia obrigada a devolver meio milhão de Euros de IMI

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar tem de devolver meio milhão de Euros, na sequência de decisão do Supremo Tribunal Administrativo.

Considerando as torres eólicas como estruturas não edificadas, a decisão do tribunal obriga as autarquias a restituir o IMI, que vai penalizar em especial o Interior de Portugal e, aqui, os territórios onde há exploração de recursos naturais.

Alberto Machado, presidente da Câmara Municipal, considera que se fosse no Litoral provavelmente haveria outra interpretação sublinhando que esta decisão vem penalizar muito os aguiarenses.

O autarca quer que seja criada legislação para compensação dos territórios onde estão a decorrer explorações de recursos naturais.

A restituição do IMI está a ser processada pela Autoridade Tributária às empresas detentoras de parques eólicos.

Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena vão instalar Unidades de Combustão de Biomassa

Os concelhos de Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena vão apostar na produção de energia limpa através de Unidades de Combustão de Biomassa.

Ter um concelho biosustentável é o objetivo de Alberto Machado, presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar que se fez acompanhar do autarca de Ribeira de Pena, João Noronha, na visita à empresa francesa Enogia, líder mundial nestas pequenas centrais de biomassa.

Aqui é aplicado o sistema ORC (Organic Ronkine Cycle) que aproveita os desperdícios florestais e através da estilha no processo de combustão é gerado calor e energia com zero emissões, e com uma turbina mais eficiente, aproveita-se melhor o calor aumentando a produção de energia limpa.

Os autarcas garantiram que já neste próximo ano investidores suecos apliquem cerca de dois milhões de euros na instalação de duas Unidades de Combustão de Biomassa.

Além da produção de calor e venda de energia elétrica, estas centrais permitirão, segundo Alberto Machado, fechar o ciclo de gestão florestal uma vez que ainda não há solução para resíduos lenhosos. Desta forma, há uma gestão de combustíveis e temos um concelho no caminho da sustentabilidade ambiental.