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Notícias

Presidente da Câmara quer já abertura de concurso para exploração mineira em Jales

O presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar deslocou-se a Lisboa para pedir ao Governo de Portugal a abertura com urgência de um concurso de concessão de exploração mineira em Jales.

Alberto Machado manifestou junto do Ministério da Economia o interesse de empresas de prospeção no território de Jales que poderá levar à criação de centenas de postos de trabalho.

O autarca aguiarense solicitou que o concurso que venha a ser aberto valorize os concorrentes que apresentem a instalação de unidades fabris desde a extração à produção de barras em ouro.

Este apelo vai de encontro à possibilidade de instalação de empresas em Jales que criem fábricas de inertes que reduzam massivamente os custos, evitando assim a deslocação dos respetivos agregados para mercados mais distantes.

Alberto Machado acredita que o futuro de Jales passa por um projeto sustentável em que a complementaridade é uma peça importante num plano de desenvolvimento de uma mina de ouro em Jales/Gralheira.

Dar solução à antiga estação CP de Pedras Salgadas

O presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado reuniu com o administrador do Património da Infraestruturas de Portugal, Nuno Neves, para dar solução ao antigo edifício da estação CP de Pedras Salgadas.

Recorde-se que o edifício localizado na vila termal está sob a alçada da empresa e, atualmente, encontra-se em estado de degradação.

Alberto Machado quer que haja um projeto de desenvolvimento para o local e já o fez saber ao representante da Infraestruturas de Portugal que, por sua vez, referiu que, num prazo de duas semanas, faria chegar uma proposta de protocolo.

A reunião entre o autarca e o administrador realizou-se a 28 de março. A solução poderá passar pela cedência do espaço ao Município.

Bombeiros com Equipa de Intervenção Permanente

Vila Pouca de Aguiar vai ter uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP) para garantir uma prontidão na resposta às ocorrências de socorro à população.

A EIP será integrada na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários e deverá ser constituída por cinco elementos.

A Associação Nacional de Proteção Civil e a Câmara Municipal comparticipam em partes iguais nos custos decorrentes da remuneração dos elementos da respetiva equipa.

Em reunião de Câmara (22 de março), foi já aprovado por unanimidade um protocolo com a ANMP e a AHBV que estabelece as condições de contratação e financiamento da equipa de intervenção.

A EIP fará “intervenções de socorro às populações e de defesa dos seus bens”, designadamente em caso de incêndio, inundações, desabamentos e outras intervenções no âmbito da proteção civil.