O presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado abriu a 8 de novembro a sessão relativa à “Estratégia de internacionalização e de abordagem a mercados com potencial para os produtos endógenos da região do Alto Tâmega”. Alberto Machado diz que é preciso potencializar a estrutura interna partindo dos produtos existentes na região.

O autarca caracterizou o Alto Tâmega como um território onde há uma grande diversidade de produto que, acrescentou o secretário executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, Ramiro Gonçalves, é essencial distinguir pela qualidade e que passem a ser reconhecidos pelos mercados.

João Paulo Canle (C2G) enunciou produtos da região dirigidos a mercados selecionados, tais como água engarrafada (Espanha, Bélgica, Alemanha), azeite (Cabo Verde, Polónia, Alemanha), carne (Espanha, Alemanha), Castanha (Alemanha, Suíça, França), enchidos (Espanha, Bélgica, Suécia), mel (Espanha, Alemanha, França), rochas ornamentais (Estados Unidos, Alemanha), vinho (Suíça, Dinamarca, Brasil), turismo (Europa).

José Carlos Chaves, da ADRAT, abordou o sistema de incentivos em diversos setores da economia e recordou que a associação ajuda na formação para que as empresas recrutem pessoas qualificadas. Mauro Gonçalves, da Associação de Industriais de Granito, referiu o bom período que o setor atravessa ainda que as empresas se deparem com a falta de mão-de-obra tendo em vista a internacionalização das empresas.

Através de organismos intermunicipais (AMAT e CIMAT), os Municípios do Alto Tâmega (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar) contam com um programa de apoio à definição da estratégia de internacionalização e abordagem a mercados prioritários para os produtos endógenos da região do Alto Tâmega é uma operação apoiada pelo Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020).