Os deputados municipais aprovaram por unanimidade uma moção contra o atual funcionamento do posto de Guarda Nacional Republicana em Pedras Salgadas.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado é fundamental que o Estado preserve bens e serviços públicos, o que não está a ser feito como se verifica com o funcionamento do posto de segurança na zona Norte do concelho levando ao aumento da criminalidade.

A moção “Falta de segurança da população aguiarense face à reestruturação dos serviços do posto de GNR de Pedras Salgadas” sublinha que a população vive em constante sobressalto, sentindo-se desprotegida, abandonada e com medo, receando pela sua segurança pessoal e a dos seus bens.

Este novo alerta vem na sequência de uma onda de assaltos na zona Norte do concelho que se verificou em dezembro e que acontece após a reestruturação de serviços no passado mês de junho levada a cabo pelo comando distrital de Vila Real. Desde o Verão passado que essa reestruturação levou a que o posto de Pedras Salgadas seja «um mero balcão de atendimento», funcionando das nove às 17 horas.

A moção “Falta de segurança da população aguiarense face à reestruturação dos serviços do posto de GNR de Pedras Salgadas” agora aprovada (Assembleia Municipal de 21 de dezembro de 2018) evoca outra similar de 29 de junho de 2018 que já alertava para esse grande receio da população, em especial dos cinco mil habitantes das freguesias de Bornes de Aguiar, Bragado, Capeludos, Sabroso de Aguiar, Vreia de Bornes, Valoura e da União de Freguesias de Pensalvos e Parada de Monteiros.