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Notícias

Cuidadores e amigos foram ao aeroporto receber a campeã Nathalie

A nova estrela aguiarense, Nathalie Sousa, chegou ao aeroporto do Porto pelas dez da noite de sexta-feira, 22 de março, trazendo a medalha de ouro ao peito de Campeã Mundial de Equitação Adaptada, a 18 de março, nos Special Olimpycs em Abu Dabhi, nos Emirados Árabes Unidos.

À sua espera, grande parte de quem tem acompanhado o seu percurso desportivo; dezenas de pessoas foram num autocarro municipal até à invicta para felicitar a aguiarense que contribuiu para Vila Pouca de Aguiar dar mais ouro a Portugal.

O presidente da Câmara Municipal, António Alberto Machado e vice-presidente Ana Rita Dias, presidente do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar, José Teixeira acompanhado pelo executivo, docentes e alunos da turma de Nathalie e outros fãs rumaram até ao aeroporto Francisco Sá Carneiro onde se juntou o presidente da Assembleia Municipal, Álvaro de Sousa, e todos com o mesmo motivo, reconhecimento pelo desempenho da atleta aguiarense.

“Oh Nathalie / é com agrado / estamos aqui / e para ti / um obrigado! / Em Vila Pouca / ouve-se a voz: / és vencedora / e tens o ouro / p’ra todos nós!”, cantava João Paulo com Carlos e Lara e com quem mais o acompanhou neste arranjo musical que o professor de moral associou à Marcha de Vila Pouca. «Estou muito feliz por ter ganhado a medalha de ouro por Portugal!», disse Nathalie. O autarca Alberto Machado está muito contente pela Nathalie quer pelo seu desempenho pessoal quer por ser um exemplo numa sociedade que se quer inclusiva.

Nascida a 13 de maio do ano 2000, a jovem atleta vive na aldeia de Pensalvos e estuda no 12º ano em Vila Pouca de Aguiar. Sempre gostou de cavalos, mas foi apenas aos quinze anos que encetou na prática de equitação ao integrar o projeto Terapia Assistida por Cavalos do Centro Hípico de Pedras Salgadas, da responsabilidade do Município de Vila Pouca de Aguiar. A partir de 2016, começou a participar nas competições através da Special Olympics Portugal e arrecadou vários prémios nacionais e regionais, sendo de salientar o título de campeã nacional de equitação nível BI. Agora, na modalidade de equitação adaptada, arrecadou o 1º lugar em Equitação Level BI e o 5º lugar em Working Trails. Nos 15º Jogos Mundiais de Verão do Special Olympics, Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, participaram sete mil atletas em representação de 170 países e Portugal esteve representado com uma delegação de 31 atletas.

Há muitos interessados na cultura do castanheiro

No dia-a-dia, ninguém gosta de andar de pés molhados, pois os castanheiros também não gostam de ter as raízes encharcadas. Esta é uma das conclusões a que se chegou na sessão sobre castanheiro, a 21 de março, que reuniu muitos interessados em produção de castanha.

Rui Lagoa é especialista em fertilização e atualmente integra o Gabinete de Apoio ao Agricultor, tendo a seu cargo a atividade agrícola. Neste gabinete, há mais dois especialistas focados na produção animal e veterinária.

O presidente da Câmara lembra que os funcionários da autarquia prestam um serviço gratuito, que deve ser requisitado por todos. Alberto Machado aponta o caminho a seguir que é olhar para a nossa terra e aproveitar para desenvolver o que temos de melhor.

Nesta sessão, o técnico falou sobre a fertilidade do solo e nutrição do castanheiro, lembrando que temos solos ácidos que precisam de mais cálcio, magnésio e fósforo. A mobilização do solo deve ser mínima, superficial e acompanhando o relevo.

Das 35 mil toneladas de castanha produzidas em Portugal, 30 mil são desta região transmontana, facto a que não estão alheias as condições adequadas em altitude e clima.

O Gabinete de Apoio ao Agricultor vai promover sessões de esclarecimento em abril, no dia 3, o cultivo da aveleira, dia 10, a nogueira e dia 17, a amendoeira.

Autarquias reclamam intervenção na gestão florestal

O Dia Internacional da Floresta, 21 de março, foi comemorado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro com debates sobre a valorização económica dos territórios florestais.

No anfiteatro de ciências florestais, decorreu uma sessão sob o tema “poder autárquico e a gestão das florestas” para a qual foram convidadas as autarquias de Vila Pouca de Aguiar e Vouzela porque, de acordo com o diretor do departamento de ciências florestais, Domingos Lopes, sabemos que estão entre as Câmaras que mais e melhor têm trabalhado as políticas florestais.

Nesta sessão moderada por Mila Brigas, da Rádio Universidade, o autarca de Vila Pouca de Aguiar começou por caracterizar o concelho que tem cerca de 70% do território em espaço florestal e mais de metade em baldios. Alberto Machado referiu que é fundamental implementar uma estratégia florestal que traga mais-valias ao território, em especial ao interior do país.

O autarca de Vouzela, Rui Pereira, recordou os incêndios de 15 de outubro de 2017 que destruíram 75% do concelho com uma das maiores manchas florestais do centro do país.

Estas autarquias investiram milhares de euros no espaço florestal que servem, sobretudo, para a combate aos incêndios florestais. Os autarcas concordam que o poder central impede as autarquias de atuar e de serem um parceiro na gestão florestal que permita a intervenção capaz de obter proveitos para as respetivas comunidades, através da produção de riqueza, criação de postos de trabalho e fixação da população.