Skip to content Skip to left sidebar Skip to right sidebar Skip to footer

Notícias

Alberto Machado eleito vice-presidente na Secção de Barragens da ANMP

O presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado foi eleito, a 27 de fevereiro, vice-presidente da Mesa de Secção de Barragens da Associação Nacional de Municípios Portugueses.

Nesse sentido, a mesa da secção passa a ser constituída pelos presidentes de Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Arronches, Miranda do Douro, Portel e Sertã. A Secção de Municípios com Barragem da ANMP integra 88 municípios. A Associação Nacional é presidida pelo presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado.

Nesta primeira reunião plenária, após a “Eleição da Mesa da Secção nos termos dos Estatutos da ANMP” seguiram-se os restantes pontos da ordem de trabalhos em que foi aprofundada a planificação das atividades a desenvolver pela Secção e outros assuntos de interesse para o poder local.

Refira-se ainda que, no âmbito da Comissão de Acompanhamento Ambiental do Sistema Eletroprodutor do Tâmega, Alberto Machado foi designado pelos presidentes de Câmara do Alto Tâmega e de Cabeceiras de Basto, como o representante das autarquias na respetiva comissão.

Vila Pouca de Aguiar exige «melhoria das redes de comunicação digital»

A Assembleia Municipal de Vila Pouca de Aguiar aprovou por unanimidade uma moção para a melhoria da rede de comunicação digital no concelho em que se exige que sejam feitos «todos os investimentos» e reais esforços pelo Governo e pelos operadores nacionais que garantam o acesso equitativo de munícipes e empresas aos melhores serviços tecnológicos, em condições de qualidade e de forma constante combatendo os fenómenos de litoralização e desertificação.

É preciso, alertam os deputados, corrigir de forma urgente «os constantes problemas» no acesso às redes de comunicação digital, fazendo com que Vila Pouca de Aguiar «não fique à margem da (r)evolução tecnológica» na área das comunicações.

Esta moção vem na sequência de «diversas reclamações» e de não haver qualquer iniciativa para melhoria do serviço prestado. «A cobertura/sinal da rede móvel e o serviço de acesso à internet prestado pelos fornecedores Altice/MEO, NOS e Vodafone são inexistentes e fracos, não se coadunando com os padrões mínimos de qualidade veiculados por aquelas empresas, ficando aquém dos serviços prestados noutras localidades», asseguram.

Esta instituição que representa os aguiarenses lembra que o concelho continua sem estar coberto em quase toda a sua totalidade, com rede móvel, e, onde existe cobertura, a qualidade/intensidade do sinal é muito deficitária, colocando até em causa a segurança e a vida das populações, verificando-se, por outro lado, uma parca cobertura ao nível das infraestruturas de banda larga, como é público e notório.

Face à fraca qualidade e às quebras constantes do fornecimento dos serviços contratados, adiantam, o desagrado da população é diariamente demonstrado; os aguiarenses exigem cobertura total e melhoria dos serviços prestados. Após aprovação da moção (23 de fevereiro), a Assembleia Municipal deu a conhecer, já esta semana, a moção às administrações dos respetivos operadores de telecomunicações, bem como à Presidência da República, a vários ministérios do Governo e à ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações.

Voto de Louvor aos Bombeiros Voluntários

Os deputados municipais aprovaram por unanimidade uma moção para a atribuição, por parte da Assembleia Municipal, de um voto de louvor à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar.

Tendo a associação celebrado cem anos de existência no final de 2017, a Assembleia Municipal atribuiu, a 23 de fevereiro, «um voto de louvor, em sinal de gratidão, pela atividade desenvolvida por esta Associação Humanitária ao longo de todos estes anos».

A referida moção, que foi enviada ao Corpo Ativo e Comando, Direção da Associação, Liga dos Bombeiros Portugueses, e imprensa regional, recorda que a Associação Humanitária «esteve sempre ao serviço dos aguiarenses de uma forma abnegada e muitas vezes com falta de meios humanos e materiais».