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Notícias

Última sessão de Assembleia Municipal

A Assembleia Municipal de Vila Pouca de Aguiar reuniu a 15 de setembro em que foram apreciados oito pontos; destes, sete obtiveram deliberação.
Antes do período da ordem do dia, dois acontecimentos mereceram agrado unânime, designadamente a XVI Feira do Mel e do Artesanato e o XVIII Fórum Nacional da Apicultura.
Na apreciação da atividade municipal, o presidente da Câmara, Alberto machado esclareceu os presentes sobre uma possível requalificação junto ao rio Avelames em Cidadelhe de Aguiar e uma demolição de edifício ocorrida na rua da Igreja.
Entre as deliberações, a proposta relativa aos planos de pormenor de Castanheiro Redondo, Núcleo Histórico de Vila Pouca de Aguiar e Bairro das Barreiras foi aprovada por maioria (22 a favor, 12 abstenções).
A proposta de emissão de declaração de reconhecimento de interesse público municipal à ASG – Construção e Granitos, SA, foi aprovada por unanimidade. De igual modo, foi aprovada uma proposta similar à Mata dos Moinhos – Ecoturismo, Lda.
A proposta de comparticipação financeira à junta de Freguesia de Bornes de Aguiar foi aprovada por maioria (23 a favor, 9 abstenções); a proposta de comparticipação financeira à junta de Freguesia de Vila Pouca de Aguiar foi aprovada por unanimidade; a proposta de comparticipação financeira à junta de Freguesia de Vreia de Jales foi aprovada por unanimidade; a proposta de comparticipação financeira à junta de Freguesia de Soutelo de Aguiar foi aprovada por unanimidade.
Nas intervenções do público, foram abordados vários assuntos, entre os quais, as obras do Quartel dos Bombeiros e do bairro de Castanheiro Redondo.
Esta foi a última sessão de Assembleia Municipal; a 1 de outubro haverá eleição de novos mandatos para os órgãos autárquicos.

Incentivos à fixação de empresas

A Câmara Municipal e a Parmontes – empresa gestora do Parque Empresarial, estabeleceram um protocolo de cooperação para incentivar a fixação de empresas na área empresarial junto à Estrada Nacional 2. São várias as empresas que já se instalaram neste parque e a gestora pretende requalificar a zona nascente da antiga Tabopan, criando 48 novas unidades empresariais.
Tendo por base o protocolo, a autarquia apoia a fixação de novas empresas, através da comparticipação em 33% do valor da renda relativa ao primeiro ano de atividade da empresa que se instale no respetivo parque. Por sua vez, a Parmontes procede à redução do valor da renda em igual percentagem e durante o mesmo período.
Para o presidente da Câmara, Alberto Machado, este acordo visa incentivar a iniciativa privada pelo que a autarquia está ao lado dos empresários com a implementação de medidas para a criação de emprego.
Em suma, uma empresa que se instale no Parque Empresarial de Vila Pouca de Aguiar pode usufruir de uma redução da renda em 66% durante o primeiro ano de atividade e integrar as campanhas de divulgação do espaço e iniciativas do Parque Empresarial, que contam com a colaboração do Município.
O Parque Empresarial de Vila Pouca de Aguiar – que dista em cerca de seis quilómetros dos nós das autoestradas A24 e da A7 – é gerido pela Parmontes (Sociedade de Promoção e Gestão de Parques Empresariais de Trás-os-Montes).

Parceria para ajudar família com casa reabilitada

Uma família do concelho de Vila Pouca de Aguiar vai ter uma renovada casa através de apoios resultantes de uma parceria no campo social.
A Fundação Manuel António da Mota, representada por Maria da Mota Sá, a Câmara Municipal, representada pelo presidente Alberto Machado e a Junta de Freguesia do Alvão, representada pelo autarca António Guedes, celebraram a 13 de setembro um protocolo com o objetivo de recuperar uma habitação.
A família Oliveira, residente em Pinduradouro, vive em condições de «precariedade habitacional» e através desta parceria será possível realizar obras de reabilitação melhorando as condições de vida do agregado familiar.
A Fundação Manuel António da Mota dará apoio ao longo dos próximos quatro anos no setor da habitação no concelho aguiarense.
O valor total da obra de recuperação da habitação é de 12.557,96€, cabendo à autarquia a comparticipação de 8.009,24€ (e processo de viabilização, projeto e licenciamento da obra) e o valor remanescente da obra caberá à respetiva Fundação. Já à Junta local, compete-lhe apoiar na corrente gestão do apoio municipal atribuído à família.