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Notícias

Reunião de Câmara em Valoura

Na reunião de Câmara que se realizou na sede da Junta de Freguesia de Valoura, a 24 de agosto, a Ata da Reunião Ordinária de 10 de agosto foi aprovada por unanimidade.
Relativamente ao ponto dois, referente à Isenção/Redução de Passes Escolares, também foi aprovado por unanimidade.
A proposta de protocolo para o Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico foi unânime.
Esta reunião teve apenas três assuntos da ordem do dia. No final, o presidente da Câmara, Alberto Machado, cumprimentou o executivo da Junta de Freguesia presente que é liderado pelo autarca José Diegas.

Exportações evoluem significativamente

O concelho de Vila Pouca de Aguiar triplicou o seu volume de exportações no espaço de cinco anos.
Dados preliminares de 2016 do INE – Instituto Nacional de Estatística mostram exportações de bens em mais de 12 milhões a partir de Vila Pouca de Aguiar: 12.709,258€ (produtos dos reinos vegetal e animal; pedra; maquinaria; produtos minerais; madeira; outros)
Evolução das exportações de mercadorias: 4.043M€ (2011), 7.167M€ (2012), 8.171M€ (2013), 8.816M€ (2014), 9.353M€ (2015).
Os dados foram recolhidos a partir de INE,I.P., Estatísticas do Comércio Internacional de bens, CCDRN – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
O município impulsiona o investimento no concelho; para tal é possível contactar o Gabinete de Apoio ao Empresário em que com atendimento personalizado se procura dar resposta às empresas locais e a quem queira investir no concelho. Quem deseja investir tem ainda à sua disposição uma incubadora de empresas e dois parques empresariais. E para quem está no estrangeiro tem ainda à sua disposição o Gabinete de Apoio ao Emigrante.

Concelho reivindica antigas casas florestais

Há cerca de duas dezenas de casas florestais que estão devolutas no concelho de Vila Pouca de Aguiar.
O Município tem feito saber à administração central, segundo o presidente da Câmara, Alberto Machado que este património deve ser transferido para a câmara municipal para que juntamente com outras organizações locais, designadamente os conselhos diretivos se possa recuperar os imóveis.
O autarca sublinha a importância destas casas estrategicamente distribuídas pelo território concelhio que também poderiam voltar a receber guardas florestais e, deste modo, contribuir para a preservação ambiental.
Nas suas várias diligências, a autarquia chegou mesmo a avançar com uma proposta concreta para a aquisição das antigas casas florestais, mas a administração central cancelou o processo dos respetivos imóveis.
As casas florestais estão num processo de abandono e de degradação há décadas. O autarca defende que tem de haver uma utilização estratégica para a região que envolva as comunidades.
Com uma colaboração entre Câmara, Juntas e Órgãos de Baldios seria possível avançar para a recuperação deste património e consequente utilização a bem da comunidade.