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Notícias Gerais

Câmara revoltada com Administração da Caixa pela «continuada arrogância»

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar propôs à Caixa Geral de Depósitos vir a adquirir o imóvel ocupado por esta agência bancária em Pedras Salgadas, e respetivos custos de funcionamento, sob compromisso da CGD manter em funcionamento as Caixas Automáticas e o ATM.

Esta quarta-feira, 10 de outubro, Alberto Machado, presidente da Câmara reuniu com Antonieta Santos e Clara Costa, representantes da CGD, que lhe comunicaram o não acolhimento da proposta por parte do Conselho da Administração, acrescentando que o equipamento de atendimento automático só permaneceria nas Pedras Salgadas até final deste ano. E foi referida a intenção que o edifício seja devoluto para o alienar por via de um “fundo de instalações”.

O Executivo Municipal acaba de enviar correspondência ao Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministério das Finanças e Grupos Parlamentares da Assembleia da República a denunciar a atitude de total falta de abertura dos responsáveis pelo banco público e apelar para que intercedam junto do respetivo Conselho de Administração para que se encontre uma solução de consenso para estas populações.

Alberto Machado mostra-se revoltado pela desconsideração pelas gentes do Alto Tâmega, que detêm o menor rendimento per capita do país, e denota angústia pela impossibilidade desta autarquia numa solução atenuadora dos prejuízos que já se fazem notar a norte do concelho.

A missiva expressa ainda a consternação pela continuada arrogância e falta de abertura por opções conciliadoras e por soluções menos onerosas para o erário público e a repulsa pela altivez e procedimentos obscuros na gestão do património devoluto do Banco Público.

Recorde-se que a Administração da Caixa Geral de Depósitos procedeu ao encerramento da sua agência bancária na vila de Pedras Salgadas a 29 de junho de 2018.

Bombeiros Voluntários com benefícios em habitação, educação e lazer

O Município de Vila Pouca de Aguiar vai atribuir regalias sociais aos Bombeiros Voluntários em áreas como habitação, educação, desporto, cultura e lazer. Cerca de meia centena de bombeiros será abrangida por esta medida social.

No setor da habitação, haverá benefício no IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis (desde 33 até 100 %), isenção do pagamento da taxa relativa a licenças com habitação própria ou incentivo à renda até 100 €/mês;

Na educação, compensação nas despesas até metade da remuneração mínima mensal, 50€/mês para frequência de creche ou similar, na ação social escolar com direitos do escalão A, redução de 30% em passe escolar, subsídio para propinas até duas vezes o valor da remuneração mínima mensal e atribuição de cinco bolsas de estudo até 50€/mês a filhos de bombeiros vitimados.

Em serviços municipais, redução de 50% nas tarifas de água, saneamento, lixo, e em ligações na respetiva habitação; acesso livre a eventos do Município, duas horas/semana em ginásio, piscina e pavilhão; e redução de 30% em campo de férias, escolas de teatro e de música. Concessão de distinções, apoio jurídico e subsídio em caso de falecimento em serviço são outras regalias para bombeiros e respetivos familiares.

Alberto Machado, presidente da Câmara Municipal, afirma que os soldados da paz bem merecem tudo o que o Município possa fazer por eles. Com esta medida social, a autarquia prevê uma verba em cerca de 40 mil Euros/ano.

Os bombeiros com idade superior a 16 anos e a partir de cadete, ativos, que constem dos quadros homologados, com mais de dois anos de serviço no corpo de bombeiros, e os que integram o quadro de honra estão abrangidos pelas regalias sociais (extensivas a familiares diretos).

As regalias foram aprovadas em reunião de Câmara (13 de setembro) e Assembleia Municipal (28 de setembro) e entram agora em vigor.

População quer médica na extensão de saúde de Jales

A população do planalto de Jales encontra-se sem médica na extensão de saúde em Campo de Jales. Atualmente, a pessoa que exerce ali medicina encontra-se de baixa.

Autarcas e dirigentes no setor da saúde estiveram reunidos, a 8 de outubro, para efetuar um ponto de situação desta delegação do Centro de Saúde de Vila Pouca de Aguiar.

O presidente da Câmara Municipal fez-se acompanhar de autarcas das freguesias de Vreia de Jales e Alfarela de Jales e de autarcas do vizinho concelho de Murça na reunião em que ouviram a diretora do Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Tâmega e Barroso, Laurentina Teixeira, a afirmar que a situação estará ultrapassada até ao início do próximo ano.

A comunidade local juntou-se na área envolvente (lugar das Alminhas) na expetativa de ser devidamente esclarecida e, no final da reunião, foi o autarca Alberto Machado que fez o ponto de situação aos munícipes.