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Notícias

Abatimentos obrigam ao encerramento de estrada municipal em Jales

Carla Bernardo tem a habitação em risco no antigo bairro mineiro em Campo de Jales, mesmo ao lado da estrada municipal 1172-1. Além da habitação em risco visível, não se sabe se há mais habitações com respetivas áreas envolventes em perigo.

Em vários locais diferentes mas sempre na mesma zona sobre galerias da antiga exploração mineira em Campo de Jales, tem-se verificado abatimentos significativos junto à habitação e na via de comunicação. Esta segunda-feira, 26 de novembro, a Proteção Civil Municipal verificou novo aluimento e o presidente da Câmara Municipal decidiu encerrar a estrada municipal, junto ao campo de futebol em Campo de Jales.

«Ninguém sabe como está e o que pode vir a acontecer e para proteger pessoas e bens decidimos cortar a estrada», anunciou Alberto Machado no local onde falou com autarcas locais e agentes da proteção civil. O presidente do Município criticou a morosidade do Estado uma vez que, desde 2015, que a autarquia comunica ao DGEG os abatimentos que têm ocorrido não havendo diligência na solução para o problema que persiste.

O referido troço da estrada está encerrado, havendo nas imediações um percurso alternativo para o tráfego automóvel; todavia, os veículos pesados terão de circular por outros percursos a sul desta entrada norte, estrada nacional 212, para Campo de Jales.

Manutenção de vias de comunicação em período invernal

O presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado abriu o XI Fórum Viabilidade Invernal promovido a 26 de novembro pela Egis Road Operation Portugal e destinado a agentes de segurança e de proteção civil.

Manutenção de autoestradas, tuneis, estradas e outras infraestruturas é da responsabilidade da empresa Egis que, de acordo com o diretor geral, Luís Simão, conta com 54 colaboradores tendo sede em Lamego e um centro de operação em Pedras Salgadas.

Neste fórum, foi possível saber como operar no período invernal numa autoestrada de montanha e a resiliência de passagens hidráulicas em situações extremas: desafio para a adaptação às alterações climáticas.

Autarquia quer aproximar produtores e consumidores locais

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar pretende que sejam criadas cadeias curtas entre produtores e consumidores locais. E que através desse contacto direto se estabeleça uma política de dinamização da atividade agrícola.

O presidente do Município, Alberto Machado reuniu, a 15 de novembro, com dirigentes locais de Instituições Particularidades de Solidariedade Social no sentido de incentivar a utilização de produtos locais nas respetivas cantinas.

A Cooperativa Agrícola de Vila Pouca de Aguiar esteve representada e em breve haverá aproximação a mais coletividades de agricultores, designadamente a Associação Nacional de Cabra Bravia e a Associação dos Agricultores e Pastores do Norte, no sentido de se efetivarem circuitos de comercialização que promovam o setor agrícola aguiarense.

Com o consumo de produtos que provenham de agricultores aguiarenses pretende-se melhorar a qualidade alimentar com acesso a produtos de época, frescos e que contribua para o escoamento da produção local.