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Notícias

Vila Pouca de Aguiar no pódio das escolas do distrito

No ranking das escolas recentemente publicado, Vila Pouca de Aguiar surge em terceiro lugar de entre as 18 que figuram no distrito de Vila Real.

Para o presidente da Câmara, Alberto Machado o sucesso dos resultados deve-se ao trabalho de todos os agentes educativos envolvidos e sublinhou o facto de esta autarquia ter uma grande proximidade com a comunidade escolar, designadamente com apoios a vários níveis de intervenção.

A nível nacional, de entre 626 escolas, Vila Pouca de Aguiar figura no 202º lugar com média de 10, 70, acima do que se verifica no contexto português.

É também de realçar o 73º lugar a nível nacional no Ranking de Sucesso – Indicador que o Ministério da Educação fornece em que se analisa a percentagem de percursos diretos de sucesso na escola face à percentagem de percursos diretos de sucesso dos alunos do resto do país que ingressaram no 3º ciclo do ensino básico com um nível de conhecimentos semelhante.

215 foi o número total de provas em Vila Pouca de Aguiar onde a média geral subiu de 10,11 em 2016 para 10,70 em 2017.

De entre as provas efetuadas no concelho, as disciplinas com melhor posição no ranking são Biologia (78º), História (98º) e Matemática (133º).

Crianças e jovens decidem destino a dar a 30 mil Euros

Há trinta mil euros do Orçamento Municipal disponíveis a ser geridos pelas crianças e jovens do concelho. A medida de participação cívica “Autarquia Jovem” abrange três grupos: primeiro ciclo; segundo e terceiro ciclos; secundário e associações juvenis (estas no registo nacional do associativismo jovem).

Por conseguinte, a referida verba do orçamento será distribuída por três grupos, cabendo dez mil euros a cada projeto selecionado.

Nesta primeira fase, até 30 de março, há a elaboração e apresentação de propostas; em abril, seguir-se-á a análise e divulgação das propostas admitidas; e as sessões das assembleias para debate e votação.

O presidente da Câmara, Alberto Machado considera que os mais novos devem ter uma palavra a dizer nos destinos do concelho e nesse sentido devem ser disponibilizados meios financeiros para os projetos que queiram ver realizados. O incentivo ao debate de ideias e conceção de projetos capazes de serem materializados visa incrementar uma cidadania ativa no concelho.

A medida enquadra-se na Carta de Compromissos da RAP – Rede de Autarquias Participativas. Esta estrutura contribui “para a sinalização, disseminação, qualificação e divulgação dos processos de democracia participativa no país”. A rede visa, entre outros objetivos, promover a democracia participativa, facilitar a troca de experiências e reforçar uma gestão pública transparente.

Avança Centro Interpretativo Mineiro de Jales

Não há quem não conheça o Cavalete do Poço de Santa Bárbara no planalto de Jales (aqui, apelidado de ‘Torre Eiffel de Jales’) e a Casa do Guincho (com o motor) que permitiam a comunicação desde o solo às galerias mineiras.

Preservar a memória dos mineiros de Jales levou à candidatura do Centro Interpretativo Mineiro de Jales, aprovada pelo Turismo de Portugal no âmbito da linha de apoio à valorização turística do Interior.

A Associação de Desenvolvimento Integrado das Terras de Jales é a promotora do projeto, com o apoio do Município de Vila Pouca de Aguiar, que consiste na requalificação da Casa do Guincho do Poço de Santa Bárbara. A associação AOURO vai cumprir um desejo antigo da população em valorizar este valioso património mineiro, pois resulta da constatação de um quadro de valorização turística regional.

A requalificação desta antiga área mineira prevê a verba de 557, 501,43€, sendo comparticipada em 400 mil euros pelo programa Valorizar. Após a abertura do concurso, a obra deverá demorar dois anos até estar pronto para abrir ao público.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado, o equipamento servirá para resgatar a tradição mineira nesta região indo de encontro à valorização patrimonial e turística das minas de Jales.

A Casa do Guincho será um espaço museológico constituído por dois pisos, sendo um subtérreo com acesso idêntico ao utilizado pelos mineiros, com percurso expositivo e réplica de galeria subterrânea. No exterior, área de acesso e lazer e pontos de informação da mina e da região.

A mina de ouro de Jales foi explorada desde o tempo dos romanos (séculos I e II). A exploração mais recente remonta ao século passado com a exploração do sistema filoniano da Gralheira (1929) e o filão de Campo (1933). A exploração mineira terminou em 1992, tendo sido a última exploração de ouro em Portugal. A atividade mineira desenvolveu-se ao longo de cerca de cinco quilómetros e atingiu os 120 metros de profundidade.